Dia Nacional da Juventude 2009

DIA NACIONAL DA JUVENTUDE 2009
Tema: Contra o extermínio da juventude, na luta pela vida
Lema: “Juventude em marcha contra a violência”
Neste ano completamos 24 DNJs acontecidos. Alegra-nos o testemunho e a persistência das Pastorais da Juventude ao ser voz das multidões silenciadas; ao pautar temáticas na defesa da vida e dos direitos juvenis, confrontando com o modo pelo qual a juventude é considerada pelo estado brasileiro, pela sociedade, pelas famílias, pela Igreja.
É hora de avançar! O DNJ já não encontra mais sentido isoladamente. Ele se liga à Campanha da Fraternidade – que acontece durante a quaresma e às atividades permanentes das PJs: Semana da Cidadania – de 14 a 21 de abril e Semana do/a Estudante – 09 a 15 de agosto. O DNJ é parte de um todo maior que busca a dignidade jovem; ele celebra as lutas anuais dos/as jovens organizados; é a mobilização maior, concentrando multidões de jovens que buscam novas relações de vida pautadas na justiça social, no poder popular, na legitimidade da diversidade, no protagonismo juvenil, na educação libertadora, na construção da paz.
O SUBSÍDIO
Para contribuir na reflexão e preparação para o DNJ, o subsídio contém três roteiros de encontros e uma celebração.
Somos convidados a refletir nos encontros sobre as temáticas: a violência entre os jovens e a exclusão social, o extermínio da juventude e a redução da maioridade penal e jovens construtores da paz e da justiça.  Após os encontros temos uma proposta de celebração com o objetivo de rezar a caminhada da juventude contra a violência, na esperança e alegria cristãs.
Com a intenção de disponibilizar um material que seja proveitoso para a reflexão do DNJ 2009, foi elaborado um subsídio com poesias, dinâmicas, músicas, citações bíblicas, textos e ainda indicações de sites, livros e filmes. Este material foi construído por muitas mãos, sonhando levar a nossa juventude uma reflexão sobre um tema que está presente em nosso cotidiano. Mãos à obra! Vamos lá, agora é a nossa vez de fazer acontecer. Que o clamor na luta pela vida de todos seja o nosso ideal.
Por apenas R$ 1,90* a unidade.
O CARTAZ
60×40cm
POR APENAS R$ 0,90* a unidade.
Cartaz Personalizado
Para quantidades acima de 200 (duzentos), o CCJ poderá inserir a divulgação do evento de sua diocese como programação, local, horário e etc. Dessa forma, seu cartaz ficará personalizado e sua divulgação será mais informativa e bonita. Só serão aceitos pedidos de cartazes personalizados até o dia 30 de setembro.
A partir de R$ 1,10** a unidade.
O ADESIVO
O adesivo do DNJ 2009, possui 10×15 cm. Com a mesma arte do cartaz, para que você possa colar na agenda, em cadernos e etc.
Por apenas R$ 0,70* a unidade.
Pedidos:
Os pedidos de material do DNJ deverão ser feitos diretamente ao CCJ conforme orientações no verso. O material estará pronto para venda e distribuição a partir do dia 13 de julho, faça já seu pedido através do telefone: (11)2917-1425 com Felippe, via e-mail: livraria@ccj. org.br ou pelo site www.ccj.org. br.

Tema: Contra o extermínio da juventude, na luta pela vida

Lema: “Juventude em marcha contra a violência”

Neste ano completamos 24 DNJs acontecidos. Alegra-nos o testemunho e a persistência das Pastorais da Juventude ao ser voz das multidões silenciadas; ao pautar temáticas na defesa da vida e dos direitos juvenis, confrontando com o modo pelo qual a juventude é considerada pelo estado brasileiro, pela sociedade, pelas famílias, pela Igreja.

É hora de avançar! O DNJ já não encontra mais sentido isoladamente. Ele se liga à Campanha da Fraternidade – que acontece durante a quaresma e às atividades permanentes das PJs: Semana da Cidadania – de 14 a 21 de abril e Semana do/a Estudante – 09 a 15 de agosto. O DNJ é parte de um todo maior que busca a dignidade jovem; ele celebra as lutas anuais dos/as jovens organizados; é a mobilização maior, concentrando multidões de jovens que buscam novas relações de vida pautadas na justiça social, no poder popular, na legitimidade da diversidade, no protagonismo juvenil, na educação libertadora, na construção da paz.

O SUBSÍDIO

Para contribuir na reflexão e preparação para o DNJ, o subsídio contém três roteiros de encontros e uma celebração.

Somos convidados a refletir nos encontros sobre as temáticas: a violência entre os jovens e a exclusão social, o extermínio da juventude e a redução da maioridade penal e jovens construtores da paz e da justiça.  Após os encontros temos uma proposta de celebração com o objetivo de rezar a caminhada da juventude contra a violência, na esperança e alegria cristãs.

Com a intenção de disponibilizar um material que seja proveitoso para a reflexão do DNJ 2009, foi elaborado um subsídio com poesias, dinâmicas, músicas, citações bíblicas, textos e ainda indicações de sites, livros e filmes. Este material foi construído por muitas mãos, sonhando levar a nossa juventude uma reflexão sobre um tema que está presente em nosso cotidiano. Mãos à obra! Vamos lá, agora é a nossa vez de fazer acontecer. Que o clamor na luta pela vida de todos seja o nosso ideal.

Por apenas R$ 1,90* a unidade.

O CARTAZ

60×40cm

POR APENAS R$ 0,90* a unidade.

Cartaz Personalizado

Para quantidades acima de 200 (duzentos), o CCJ poderá inserir a divulgação do evento de sua diocese como programação, local, horário e etc. Dessa forma, seu cartaz ficará personalizado e sua divulgação será mais informativa e bonita. Só serão aceitos pedidos de cartazes personalizados até o dia 30 de setembro.

A partir de R$ 1,10** a unidade.

O ADESIVO

O adesivo do DNJ 2009, possui 10×15 cm. Com a mesma arte do cartaz, para que você possa colar na agenda, em cadernos e etc.

Por apenas R$ 0,70* a unidade.

PEDIDOS

Os pedidos de material do DNJ deverão ser feitos diretamente ao CCJ conforme orientações no verso. O material estará pronto para venda e distribuição a partir do dia 13 de julho, faça já seu pedido através do telefone: (11)2917-1425 com Felippe, via e-mail: livraria@ccj. org.br ou pelo site www.ccj.org. br.

Fonte e mais informações: www.ccj.org. br


O leviatã volta atacar

Fonte: Pobres Servos da Divina Providência

Sangue! Isso mesmo! Sangue. O Leviatã necessita de sangue para continuar vivo. Mas como este monstro se “acha”  sagrado, necessita de sangue de consagrados. Sentíamos-nos tão tranqüilos e protegidos, mesmo com as ameaças de que não devemos nos meter em coisas laicas, mas ainda se podia respirar.

Domingo passado, em águas revoltas e turvas o monstro fez mais uma vitima. Desde o sangue de Irmã Doroty que a gente não percebia a sua violência, se bem que andou ameaçando pelas terras do Norte. Ele, o monstro estava se alimentando de sangue de leigos, jovens drogados, jovens prostituídas, meninos e meninas vítimas da pedofilia e do trabalho infantil.

Somente nos grandes rituais é que se requer sangue consagrado. Pelo jeito o Leviatã está articulando alguma ação macabra e para tal precisa de sangue novo e consagrado. Para um desvio de atenção desta envergadura deve estar manobrando muita água.

Será talvez o extermínio de jovens? Venda  de órgãos para o exterior? Desvio de verbas? Terceiro mandato? Tráfico de mulheres?

Talvez seja tráfico de drogas?

Ah! Não tráfico de droga não. Assim como a venda de armas, isso não é crime por aqui.

Estamos para celebrar a missa de sétimo dia do Pe. Gisley e até agora não vi nenhuma referência da sua morte nos meios de comunicação. Se ele tivesse tentado voar em balões, ou mexer com libido de alguns milhares de crentes, sua morte seria notícia de primeiras páginas e de chamada dos plantões telejornalísticos, mas Gisley era só mais um “sonhador” que se interessava por jovens e os defendia.

As tvs e rádios laicas não falaram, e as católicas continuaram entorpecendo os seus fieis, mergulhando-os num mar de espiritualidade angelical, embebendo-os no formol das lágrimas preparando-os para um céu que está por vir.

E a Igreja?

Fora um simples comunicado, até agora não gritou, não paralisou suas atividades, não se vestiu de luto e nem foi para as ruas. Compreensível! Com tanta coisa para se fazer, para quê tanto alarde pelo assassinado de um Pe. Gisley? Afinal de contas ele era um assessor da Pastoral da Juventude (PJ). E quem é a PJ? Um grupo de jovens sonhadores, utópicos, que acreditam que um mundo melhor é possível? Um grupo fora de moda, porque a moda agora é massa e não consciência.

E a Vida Religiosa Consagrada onde está que a gente não houve a sua voz?

Muito ocupada! Tem muita gente estressada, precisando de repouso. Outros estão ocupados com suas teses de mestrado e doutorado. Alguns cuidando de seus novos modelitos recém adquiridos. E outros mesmo sem fazerem nada, porque agora o atual, o ultra-moderno e relaxar. Pe. Gisley, se tivesse ficado na dele, teria morrido de doença em sua cama ou quem sabe num acidente por alta velocidade. Mas foi se envolver com proteção de jovens. Jovens são todos iguais: um bando de desocupados que não querem nada com nada.

É Leviatã. Diante de tudo isso, creio que você poderá continuar atacando por muito tempo. Pelo jeito não há nenhuma ameaça pairando sobre você. Estamos muito ocupados com a nossa imagem televisiva, com os nossos próximos CDs. Estamos orando muito. Pe Gisley, Irmã Doroty e Dom Ervin e tantos outros, quem são? Gente que ao invés de ficarem  protegidos nos grande muros de seus conventos e igrejas, insistem em defender, índios, jovens, negros, mulheres, crianças  e sem-terra.

Pois é Leviatã, se é sangue que você quer, creio que terá muito sangue. Só não se esqueça seu monstro abominável, nem todo mundo está hibernando. Você pode comandar por um tempo, mas um dia você terá um fim. Se Pe. Gisley estava mexendo com algo perigoso, você se meteu numa direção muito pior: sangue de mártir fecunda a terra e as sementes teimosas pipocam germinando e quando você menos esperar será tomado de assalto e será destruído.

É uma pena! A Juventude ficou órfã mais uma vez!

por: Ir. Silvio da Silva

NOTA DAS PASTORAIS DA JUVENTUDE DO BRASIL SOBRE ASSASSINATO DO PE. GISLEY

É com dor e sofrimento que externamos o nosso mais sincero pesar pela tragédia do assassinato do querido Pe. Gisley, assessor do Setor Juventude da CNBB, que há pouco mais de dois anos nos acompanhava na caminhada conjunta das Pastorais da Juventude do Brasil. O Pe. Gisley foi morto na noite de ontem naquilo que as investigações apontam até o momento tratar-se de um latrocínio (roubo seguido de morte).
No último mês de maio, estivemos juntos no nosso Seminário Nacional na cidade de Guararema, SP, discutindo a Campanha contra a violência e o extermínio da juventude e celebrando o quarto ano de ordenação do querido Gisley, que nos falou da alegria de doar a própria vida na causa da juventude.

Nesse momento, quando comunicamos o seu assassinato, fazemos memória de todo o seu empenho na luta pela juventude, de suas palavras corajosas na defesa da vida e, sobretudo, do seu compromisso com a bandeira da justiça e da paz.

Junto com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil afirmamos que, lamentavelmente, Gisley foi vítima da violência que ansiava combater e gritamos com força e coragem que toda a vida tem o mesmo valor, que é urgente enfrentar os grandes debates de segurança pública e que a nossa marcha só se agiganta com a força do seu martírio.

No momento em que iniciamos uma Campanha contra a Violência e o Extermínio de Jovens a notícia da morte de Pe. Gisley, um dos maiores entusiastas desse projeto, nos desafia a avançar para águas mais profundas, a reafirmar que as nossas lágrimas regarão com esperança o chão da dura realidade para sempre sonhar com a utopia de uma sociedade justa e igual, assim como afirmou conosco o Pe. Gisley na Carta das Pastorais da Juventude do Brasil.

A tragédia que se abateu entre nós, das Pastorais da Juventude do Brasil, nos desafia a denunciar a força com que a violência tem ceifado a vida de milhares de jovens em todo o país. No último email que nos enviou, um dia antes de ser assassinado, Pe. Gisley falou do seu entusiasmo com a luta contra o extermínio, e, como um mártir, profetizou: “Agradeço pelo empenho de tantas vozes dispersas até agora! Vamos juntos/as gritar, girar o mundo. Chega de violência e extermínio de Jovens.” Que o seu grito ecoe e que a sua mensagem não seja esquecida.

Unimos-nos a dor de familiares e amigos de Pe. Gsley e rezamos para que o Deus Pai-Mãe da Vida os conforte nesse momento de sofrimento e mostre a paz verdadeira. Desejamos que a memória corajosa desse homem comprometido com a vida e com a juventude nos alimente e dê coragem para continuar a caminhar.

Na inspiração profética da luta em defesa da vida seguimos na luta por pão, poesia e liberdade, esperançosos/as na Ressurreição do Cristo e certos/as de que o novo dia virá.

Sob as bênçãos da Virgem de Guadalupe dos/as Santos/as Mártires da América Latina.

Senhor do Bonfim – BA, 16 de junho de 2009

Maria Aparecida Jesus Silva (Cidinha)
Equipe Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil

Felipe da Silva Freitas
Campanha Nacional contra a violência e o extermínio da juventude

CAMPANHA CONTRA O EXTERMÍNIO DE JOVENS

PASTORAIS DA JUVENTUDE DO BRASIL
16 de junho, outono, 2009.
“Para cada irmão tombado, nenhum minuto de silêncio,
mas toda uma vida de luta!”
À Família, aos irmãos da Congregação Estigmatina, aos/às irmãs de caminhada da CNBB, aos/às amigos/as e companheiros de luta do Pe. Gisley, a Paz.
Buscando forças nas Palavras de Deus, nós, militantes das Pastorais da Juventude do Brasil (PJB) de todos os cantos do país, manifestamos nossa comunhão com a dor e com a certeza da ressurreição do Pe. Gisley Azevedo Gomes, companheiro nosso de vida, de sonhos e de luta, assessor nacional do Setor Juventude da CNBB.
Desde maio de 2008, as PJB estão forjando a Campanha Contra a Violência e o Extermínio da Juventude. Não aceitamos a injustiça com que o poder público tem tratado a juventude, morta às centenas, diariamente, em todos os cantos do Brasil.
Pe. Gisley é mais uma vítima da brutalidade de um mundo, que parece estar ao contrário, onde um carro vale mais que a vida humana. Não aceitamos a injustiça; não naturalizamos a morte antecipada de um missionário que oferta a vida pela continuação do projeto de Jesus Cristo, marcado pelo amor, pela esperança e pela fé. No entanto, sabemos que Pe. Gisley doara sua vida. A morte é, para ele, apenas uma confirmação, ainda que para nós seja uma perda.
Nos solidarizamos na dor especialmente com a sua família.
Sem saber que palavras usar neste momento de tanta agonia, colocamos nossas sensações de dor, de impotência, de amor e de esperança diante de Deus. A dor deve nos fortalecer para seguirmos caminhando e lutando e defendendo a vida frágil, delicada, porém resistente, vibrante e luminosa da juventude brasileira, latino americana. A morte, coisa que não aprendemos a acolher, na verdade não é o fim. Pe. Gisley está vivo em cada um e em cada uma de nós. Ressuscitará na luta da juventude.
Sigamos, JUVENTUDE EM MARCHA CONTRA A VIOLÊNCIA!
Pastorais da Juventude do Brasil.Tábata Silveira
Secretária Nacional da PJE
Rua Lageado, 1300. B. Niterói,Canoas-RS/Brasil.
CEP: 92120-090
Fone: 0xx51 8486 4365

PASTORAIS DA JUVENTUDE DO BRASIL

16 de junho, outono, 2009.

“Para cada irmão tombado, nenhum minuto de silêncio,  mas toda uma vida de luta!”

À Família, aos irmãos da Congregação Estigmatina, aos/às irmãs de caminhada da CNBB, aos/às amigos/as e companheiros de luta do Pe. Gisley, a Paz.

Buscando forças nas Palavras de Deus, nós, militantes das Pastorais da Juventude do Brasil (PJB) de todos os cantos do país, manifestamos nossa comunhão com a dor e com a certeza da ressurreição do Pe. Gisley Azevedo Gomes, companheiro nosso de vida, de sonhos e de luta, assessor nacional do Setor Juventude da CNBB.

Desde maio de 2008, as PJB estão forjando a Campanha Contra a Violência e o Extermínio da Juventude. Não aceitamos a injustiça com que o poder público tem tratado a juventude, morta às centenas, diariamente, em todos os cantos do Brasil.

Pe. Gisley é mais uma vítima da brutalidade de um mundo, que parece estar ao contrário, onde um carro vale mais que a vida humana. Não aceitamos a injustiça; não naturalizamos a morte antecipada de um missionário que oferta a vida pela continuação do projeto de Jesus Cristo, marcado pelo amor, pela esperança e pela fé. No entanto, sabemos que Pe. Gisley doara sua vida. A morte é, para ele, apenas uma confirmação, ainda que para nós seja uma perda.

Nos solidarizamos na dor especialmente com a sua família.

Sem saber que palavras usar neste momento de tanta agonia, colocamos nossas sensações de dor, de impotência, de amor e de esperança diante de Deus. A dor deve nos fortalecer para seguirmos caminhando e lutando e defendendo a vida frágil, delicada, porém resistente, vibrante e luminosa da juventude brasileira, latino americana. A morte, coisa que não aprendemos a acolher, na verdade não é o fim. Pe. Gisley está vivo em cada um e em cada uma de nós. Ressuscitará na luta da juventude.

Sigamos, JUVENTUDE EM MARCHA CONTRA A VIOLÊNCIA!

Pastorais da Juventude do Brasil.Tábata Silveira
Secretária Nacional da PJE
Rua Lageado, 1300. B. Niterói,Canoas-RS/Brasil.
CEP: 92120-090
Fone: 0xx51 8486 4365

Nota da CNBB sobre assassinato do Pe. Gisley

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, profundamente consternada, comunica o assassinato do padre Gisley Azevedo Gomes, CSS, assessor nacional do Setor Juventude desta Conferência, ocorrido ontem, 15 de junho.  O crime está sendo investigado com empenho pela Polícia com o acompanhamento dos advogados da CNBB e da Congregação dos Sagrados Estigmas (Estigmatinos) à qual padre Gisley pertencia.
Ordenado em 29 de maio de 2005, padre Gisley estava na assessoria do Setor Juventude da CNBB há pouco mais de dois anos. Comprometido com a vida da juventude, organizava, juntamente com as Pastorais da Juventude do Brasil, a Campanha Nacional contra o Extermínio da Juventude que tem como lema “Juventude em marcha contra a violência”. Lamentavelmente ele foi vítima da violência que ansiava combater.
Esperamos confiantes que o crime seja apurado com eficiência e os culpados punidos com justiça. Lembrando a Campanha da Fraternidade que realizamos sobre a Segurança Pública, reafirmamos a urgência de toda a sociedade se mobilizar para por fim à violência que ceifa vidas tão precocemente.
Aos familiares e amigos do padre Gisley, à Congregação dos Estigmatinos, às Pastorais da Juventude do Brasil e aos Movimentos Juvenis a CNBB manifesta seu pesar e sua solidariedade, firmada na palavra do evangelho que nos faz crer na Ressurreição. Cremos firmemente que, neste momento, padre Gisley, atendendo à voz do Cristo que disse: “Jovem, eu te digo, levanta-te!” (Lc 7,14), nasce para a vida eterna . Que Nossa Senhora Aparecida o acolha no Reino de seu Filho Jesus.
Brasilia, 16 de junho de 2009
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, profundamente consternada, comunica o assassinato do padre Gisley Azevedo Gomes, CSS, assessor nacional do Setor Juventude desta Conferência, ocorrido ontem, 15 de junho.  O crime está sendo investigado com empenho pela Polícia com o acompanhamento dos advogados da CNBB e da Congregação dos Sagrados Estigmas (Estigmatinos) à qual padre Gisley pertencia.

Ordenado em 29 de maio de 2005, padre Gisley estava na assessoria do Setor Juventude da CNBB há pouco mais de dois anos. Comprometido com a vida da juventude, organizava, juntamente com as Pastorais da Juventude do Brasil, a Campanha Nacional contra o Extermínio da Juventude que tem como lema “Juventude em marcha contra a violência”. Lamentavelmente ele foi vítima da violência que ansiava combater.

Esperamos confiantes que o crime seja apurado com eficiência e os culpados punidos com justiça. Lembrando a Campanha da Fraternidade que realizamos sobre a Segurança Pública, reafirmamos a urgência de toda a sociedade se mobilizar para por fim à violência que ceifa vidas tão precocemente.

Aos familiares e amigos do padre Gisley, à Congregação dos Estigmatinos, às Pastorais da Juventude do Brasil e aos Movimentos Juvenis a CNBB manifesta seu pesar e sua solidariedade, firmada na palavra do evangelho que nos faz crer na Ressurreição. Cremos firmemente que, neste momento, padre Gisley, atendendo à voz do Cristo que disse: “Jovem, eu te digo, levanta-te!” (Lc 7,14), nasce para a vida eterna . Que Nossa Senhora Aparecida o acolha no Reino de seu Filho Jesus.

Brasilia, 16 de junho de 2009

Dom Geraldo Lyrio Rocha

Arcebispo de Mariana

Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira

Arcebispo de Manaus

Vice-presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa

Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Secretário Geral da CNBB

Declaração da CNBB contra redução da maioridade penal

Divulgada durante a 47ª Assembleia Geral do episcopado

 

“Todas as vezes que fizestes isso a um desses mais pequenos (…) foi a mim que o fizestes” (Mt  25,40)
O Brasil enfrenta uma onda generalizada de violências sob os mais variados aspectos e pontos de vista. São violências que vão desde a negação ou privação dos direitos básicos à vida até àquelas que geram insegurança, apreensão, medo. 
Campanhas equivocadas criminalizam crianças, adolescentes e jovens como principais responsáveis dessas ações violentas, quando na verdade, frequentemente, os maiores culpados ficam totalmente impunes.   
Os atos violentos, os crimes, o narcotráfico, envolvendo-os, a cada dia, em sua perversa trama, tiram-lhes as possibilidades de plena realização e os afastam de sua cidadania.   
Neste contexto, o Senado volta a discutir a redução da maioridade penal com argumentos que poderiam ser usados também para idades menores ainda, como se esta fosse a solução para a diminuição da violência e da impunidade.. A realidade revela que crianças, adolescentes e jovens são vítimas da violência. Muitas vezes são conduzidos aos caminhos da criminalidade por adultos inescrupulosos.  
A CNBB entende que a proposta de redução da maioridade penal não soluciona o problema. 
Importa ir a suas verdadeiras causas, que se encontram, sobretudo, na desagregação familiar, na falta de oportunidades, nas desigualdades sociais, na insuficiência de políticas públicas sociais, na perda dos valores éticos e religiosos, na banalização da vida e no recrutamento feito pelo narcotráfico.  
Reafirma a CNBB que a redução da maioridade penal violenta e penaliza ainda mais adolescentes, sobretudo os mais pobres, negros, moradores de periferias.
Persistir nesse caminho seria ignorar o contexto da cláusula pétrea constitucional – Constituição Federal, art. 228 – além de confrontar a Convenção dos Direitos da Criança e do Adolescente, as regras Mínimas de Beijing, as Diretrizes para Prevenção da Delinquência Juvenil, as Regras Mínimas para Proteção dos Menores Privados de Liberdade (Regras de Riad), o Pacto de San José da Costa Rica e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instrumentos que demandam proteção especial para menores de 18 anos.
Crianças, adolescentes e jovens precisam ser reconhecidos como sujeitos na sociedade e, portanto, merecedores de  cuidado, respeito, acolhida e principalmente oportunidades.
A Igreja no Brasil conclama os poderes públicos – Executivo, Legislativo e Judiciário – bem como a sociedade civil a debater o assunto. Urge a busca de soluções focadas nas políticas públicas que efetivem melhores condições de vida para todos, na implementação de medidas sócio-educativas previstas no ECA e no desenvolvimento de uma política nacional de combate ao narcotráfico, penalizando com maior rigor a manipulação e o aliciamento de crianças, adolescentes e jovens pelo crime organizado.
A Igreja Católica, através de suas comunidades eclesiais, pastorais, movimentos e entidades sociais, desenvolve projetos sócio-educativos, profissionalizantes, de recuperação de dependentes químicos e de atendimento a adolescentes autores de ato infracional, obtendo resultados que indicam à sociedade caminhos a partir de ações educativas e não punitivas.  
A CNBB se une a todos os brasileiros que trabalham para que se cumpra a premissa básica da Constituição Federal, art. 227: “CRIANÇA E ADOLESCENTE PRIORIDADE ABSOLUTA” e reafirma sua posição contrária à redução da maioridade penal.
Indaiatuba, São Paulo, 24 de abril de 2009

“Todas as vezes que fizestes isso a um desses mais pequenos (…) foi a mim que o fizestes” (Mt  25,40)

 

O Brasil enfrenta uma onda generalizada de violências sob os mais variados aspectos e pontos de vista. São violências que vão desde a negação ou privação dos direitos básicos à vida até àquelas que geram insegurança, apreensão, medo. 

Campanhas equivocadas criminalizam crianças, adolescentes e jovens como principais responsáveis dessas ações violentas, quando na verdade, frequentemente, os maiores culpados ficam totalmente impunes.   

Os atos violentos, os crimes, o narcotráfico, envolvendo-os, a cada dia, em sua perversa trama, tiram-lhes as possibilidades de plena realização e os afastam de sua cidadania.   

Neste contexto, o Senado volta a discutir a redução da maioridade penal com argumentos que poderiam ser usados também para idades menores ainda, como se esta fosse a solução para a diminuição da violência e da impunidade.. A realidade revela que crianças, adolescentes e jovens são vítimas da violência. Muitas vezes são conduzidos aos caminhos da criminalidade por adultos inescrupulosos.  

A CNBB entende que a proposta de redução da maioridade penal não soluciona o problema. 

Importa ir a suas verdadeiras causas, que se encontram, sobretudo, na desagregação familiar, na falta de oportunidades, nas desigualdades sociais, na insuficiência de políticas públicas sociais, na perda dos valores éticos e religiosos, na banalização da vida e no recrutamento feito pelo narcotráfico.  

Reafirma a CNBB que a redução da maioridade penal violenta e penaliza ainda mais adolescentes, sobretudo os mais pobres, negros, moradores de periferias.

Persistir nesse caminho seria ignorar o contexto da cláusula pétrea constitucional – Constituição Federal, art. 228 – além de confrontar a Convenção dos Direitos da Criança e do Adolescente, as regras Mínimas de Beijing, as Diretrizes para Prevenção da Delinquência Juvenil, as Regras Mínimas para Proteção dos Menores Privados de Liberdade (Regras de Riad), o Pacto de San José da Costa Rica e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instrumentos que demandam proteção especial para menores de 18 anos.

Crianças, adolescentes e jovens precisam ser reconhecidos como sujeitos na sociedade e, portanto, merecedores de  cuidado, respeito, acolhida e principalmente oportunidades.

A Igreja no Brasil conclama os poderes públicos – Executivo, Legislativo e Judiciário – bem como a sociedade civil a debater o assunto. Urge a busca de soluções focadas nas políticas públicas que efetivem melhores condições de vida para todos, na implementação de medidas sócio-educativas previstas no ECA e no desenvolvimento de uma política nacional de combate ao narcotráfico, penalizando com maior rigor a manipulação e o aliciamento de crianças, adolescentes e jovens pelo crime organizado.

A Igreja Católica, através de suas comunidades eclesiais, pastorais, movimentos e entidades sociais, desenvolve projetos sócio-educativos, profissionalizantes, de recuperação de dependentes químicos e de atendimento a adolescentes autores de ato infracional, obtendo resultados que indicam à sociedade caminhos a partir de ações educativas e não punitivas.  

A CNBB se une a todos os brasileiros que trabalham para que se cumpra a premissa básica da Constituição Federal, art. 227: “CRIANÇA E ADOLESCENTE PRIORIDADE ABSOLUTA” e reafirma sua posição contrária à redução da maioridade penal.

Indaiatuba, São Paulo, 24 de abril de 2009

Campanha da Fraternidade 2009

Preocupada com o crescimento da violência no país, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizará, em 2009, a Campanha da Fraternidade com o tema “Segurança Pública” e o lema “A paz é fruto da justiça”.

O objetivo da Campanha é suscitar o debate sobre a segurança pública e contribuir para a promoção da cultura da paz nas pessoas, na família, na comunidade e na sociedade. A meta é fazer que todos/as se empenhem na construção da justiça social e que a segurança seja garantida para todos/as cidadãos/ãs.

Entre os objetivos específicos está o reconhecimento da violência na realidade brasileira, sensibilizando e mobilizando a sociedade. Serão motivadas denúncias sobre crimes contra a ética, economia e gestões públicas. Outra sugestão é o fortalecimento de ações educativas e evangelizadoras, denúncias sobre o modelo punitivo do sistema penal e o fortalecimento e articulação de políticas públicas.

Durante a Campanha, estão previstos encontros paroquiais, palestras e atos públicos. Integrantes da Igreja se reunirão com representantes do Poder Judiciário e de movimentos sociais, policiais, professores/as e sociólogos/as. Serão, ainda, propostas parcerias com o poder público para mapear as áreas mais violentas e ajudar a garantir a paz e segurança.

 

Oração da CF 2009:

Bom é louvar-vos, Senhor, nosso Deus,
que nos abrigais à sombra de vossas asas,
defendeis e protegeis a todos nós, vossa família,
como uma mãe, que cuida e guarda seus filhos.

Nesse tempo em que nos chamais à conversão,
à esmola, ao jejum, à oração e à penitência,
pedimos perdão pela violência e pelo ódio
que geram medo e insegurança.
Senhor, que a vossa graça venha até nós
e transforme nosso coração. Abençoai a vossa Igreja e o vosso povo,
para que a Campanha da Fraternidade
seja um forte instrumento de conversão.
Sejam criadas as condições necessárias
para que todos vivamos em segurança,
na paz e na justiça que desejais.
Amém.

 

Veja mais em CNBB.
 

Hino da CF 2009:

Ó povo meu, chegou a mim o teu lamento,
Conheço o medo e a insegurança em que estás.
Eu venho a ti, sou tua força e teu alento.
Vou te mostrar caminho novo para a paz
Refr.: Onde pões tua confiança?
Segurança, quem te traz?
É o amor que tudo alcança;
Só a justiça gera a paz!
2.Quando o direito habitar a tua casa,
Quando a justiça se sentar à tua mesa,
A segurança há de brincar em tuas praças;
Enfim, a paz demonstrará sua beleza
3. A segurança é vida plena para todos:
Trabalho digno, moradia, educação;
É ter saúde e os direitos respeitados;
É construir fraternidade, é ser irmão.
4. É vão punir sem superar desigualdades;
É ilusão só exigir sem antes dar.
Só na justiça encontrarás tranquilidade;
Não-violência é o jeito novo de lutar.
5. É como teia de aranha, a segurança (Jó 8,14)
De quem confia só nas armas, no poder.
Não é violência, não são grades ou vingança
Que irão fazer paz e justiça florescer.
6. Eu desposei-te no direito e na justiça;
Com grande amor e com ternura te escolhi. (Os 2,18)
Como aceitar o desrespeito, a injustiça,
A intolerância e o desamor que vêm de ti?!

Semana da Cidadania 2009

Fonte: pj.org.br

semana_da_cidadaniaAs Pastorais da Juventude do Brasil convocam toda a juventude para uma grande marcha em defesa da vida, durante a Semana da Cidadania – 2009, que coloca em pauta o tema “Juventude e Criminalização” e o lema “Juventude em Marcha contra a Violência”.

O objetivo é mostrar que os diversos fatores sociais contribuem para a criminalização da juventude e, com isso, fomentar a discussão e ação em vista da construção de um país mais justo.

A juventude é criminalizada todos os dias e em todos os lugares. Ela morre diariamente neste imenso Brasil. É responsabilidade de todos/as, organizados/as em mutirão, como pessoas que sonham com um mundo melhor, não permitir que isso ocorra.

O desejo é que esta discussão ecoe por todos os cantos do país, se misturando ao grito do povo negro por igualdade racial, do povo indígena por justas demarcações da terra, dos pequenos agricultores/as por reforma agrária, dos/as moradores/as de rua por reforma urbana e de todo povo oprimido por justiça social.

Em sintonia com a Campanha da Fraternidade, com o tema “Fraternidade e Segurança Pública”, e com a Campanha contra a Violência e o Extermínio de Jovens, as Pastorais da Juventude convidam a todos/as a discutir e aprofundar estas temáticas através das atividades permanentes:

Semana da Cidadania (14 a 21 de abril)
Semana do Estudante (9 a 15 de agosto)
Dia Nacional da Juventude (25 de outubro)
Temos que gritar! É a juventude em marcha contra a violência!

Mais informações: Setor Juventude – CNBB – (61) 2103-8300,
juventude@cnbb.org.br ou www.cnbb.org.br.

Histórico dos temas da Semana da Cidadania

1996 – Você não vai ficar de fora! Faça seu título e vote consciente!
1997 – Um grito por liberdade!
1998 – Democracia: exercício de liberdade!
1999 – Desemprego: Juventude sem sonho, país sem futuro!
2000 – Sem essa de exclusão! Jovem, agora são outros 500.
2001 – Vida que te quero viva!
2002 – Animemos a Esperança. Construamos a Paz. Direito de ser diferente
2003 – É preciso saber viver!
2004 – América Latina: construindo a democracia como bem-comum.
2005 – O Brasil que a Juventude quer!
2006 – Quero Vida, quero Liberdade!
2007 – Espaço de Vida. Tempo de Direitos!
2008 – Empobrecimento Social e Juventude

Os Pejoteiros (PJ de Campinas/SP)

Com muita alegria assisti os vídeos da PJ de Campinas e os coloco aqui para divulgação. Uma ótima iniciativa, mostrando que temos recursos e criatividade para chegar muito além de nossas expectativas. Grande trabalho, parabéns!

Curta Metragem mostrando um dia de dois pejoteiros da Arquidiocese de Campinas: Éder, coordenador paroquial da PJ da paróquia São Judas Tadeu e, Dino, assessor leigo da PJ da Forania N. Sra. Aparecida. Éder vai até a casa da Carminha, e Dino vai até a paróquia Santana para entregar o material do Curso de Verão.

Curta com a apresentação de Jairo, coordenador paroquial em uma noite de participação no Curso de Verão, da Pastoral da Juventude da Forania N. Sra. Aparecida da Arquidiocese de Campinas.

Missa na TV Século XXI realizada no dia 06 de fevereiro de 2009, primeiro evento da Comissão de Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Campinas. Éder, coordenador que participa da Forania Nossa Senhora Aparecida, é escalado para fazer a primeira leitura da missa.

Convocação para o abaixo-assinado pela vida e contra o aborto na ONU

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
Secretariado Geral

SG n. 0919/08

Grupos pró-aborto estão promovendo um abaixo-assinado para que a ONU reconheça o aborto como um suposto direito universal, aproveitando a festa dos 60 anos da promulgação da Declaração Universal dos Diretos Humanos, no dia 10 de dezembro.

Nós, Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, entidades e movimentos em defesa da vida,  estamos promovendo outro abaixo-assinado, ou seja, em favor da vida e contra o aborto. Precisamos de 50.000 assinaturas. Convocamos a todos para que divulguem esta nossa campanha a fim de neutralizar um flagrante desrespeito aos direitos humanos.

Faça sua assinatura, defenda a maternidade e a vida inocente votando a favor da dignidade do embrião, do feto e da criança no útero materno. Para isso, acesse: http://www.c-fam.org/publications/id.101/default.asp

Repasse esta mensagem à sua família, seus amigos, enfim, a todas as pessoas . “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).

Brasília, 24 de outubro de 2008.

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina e
Presidente da Comissão Episcopal
Pastoral para a Vida e Família

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